El derecho humano al agua potable y al saneamiento ¿utopía o realidad?

Autores

  • Rubén Miranda Gonçalves Universidade de Las Palmas de Gran Canaria

DOI:

https://doi.org/10.20499/2236-3645.RJP2023v25e137-3092

Resumo

Atualmente, existe uma disparidade mundial com relação à qualidade e disponibilidade da água que torna impossível seu acesso e usufruto por todas as pessoas. Embora seja verdade que o direito humano à água e ao saneamento tenha sido reconhecido em 2010 e que a Agenda 2030 o considere como um dos seus ODS, ainda é necessário estabelecer mecanismos legais que apoiem este direito e que, principalmente, o tornem exigível. Neste contexto, é necessário refletir sobre como conciliar o valor econômico da água com a responsabilidade de garantir que este recurso vital esteja ao alcance de todos.

Biografia do Autor

Rubén Miranda Gonçalves, Universidade de Las Palmas de Gran Canaria

Profesor de Derecho Administrativo en el Máster de Abogacía. Universidad Europea de Madrid.

Profesor en el Máster en Seguridad, Paz y Conflictos Internacionales. Universidad de Santiago de Compostela.

Doctorando en Derecho Administrativo. Universidad de Santiago de Compostela.

Máster en Derecho Administrativo, Universidad de Santiago de Compostela.

Licenciado en Derecho, con grado, sobresaliente. Universidad de Santiago de Compostela.

Diplomado en Estudios de la Defensa Nacional, Universidad de Santiago de Compostela - CESEDEN.

 

Publicado

2023-12-18

Edição

Seção

Autores Convidados